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Como a tecnologia pode ajudar as escolas a se adequarem às novas exigências da BNCC

Atualizado: Jun 4

Alex M. Ribeiro Jr. | Fev de 2019 | 3 minutos de leitura

A BNCC inovou em relação às exigências para o ensino do Inglês. Agora, mais voltados à comunicação, os cursos deverão deixar o estruturalismo gramatical de lado e focar a abordagem na oralidade e na interculturalidade.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em 2017, encontra-se em fase de implementação em todas as escolas brasileiras das redes pública e privada.


Após um longo processo de consulta pública, o documento conseguiu reunir componentes que preparem as gerações atuais e futuras para um mundo globalizado e cada vez mais dominado pela tecnologia.


Quanto ao inglês, a principal inovação da BNCC foi considerá-lo como uma língua franca - ou seja, uma língua falada por pessoas de diferentes línguas, como meio de se comunicaram. Em complemento, dois pilares, antes marginalizados no ensino de inglês, são tratados como fundamentais para as novas exigências: oralidade e interculturalidade.


E não à toa. Tanto pelo impacto quanto pelo cenário nada favorável, esses dois aspectos merecem a devida a atenção aqui no Brasil.




Vamos começar pelo impacto. No Brasil, ser fluente na língua inglesa equivale a ter um salário 56% maior em relação àqueles que não o são. Assim, o inglês deixa de ser apenas uma língua para se tornar uma variável socioeconômica; ele pode ser um caminho mais democrático, que altera estruturas sociais em direção a um contexto mais justo.


A fluência no inglês já seria um ponto de extrema importância apenas pelo potencial de transformação que promete. Mas ao percebermos a longa distância que precisamos percorrer a fim de aproveitá-lo, ela se torna um ponto de extrema urgência. De acordo com uma pesquisa da British Council, apenas 1% da população brasileira é fluente em inglês; apenas essa pequena parcela da população é capaz de usufruir do potencial dessa língua para alcançar seus tão-sonhados-objetivos.


Essa má distribuição ocorre por um simples motivo: o inglês ensinado por aqui - com exceção daqueles poucos que podem pagar - não é voltado à comunicação. Os métodos focados nas estruturas gramaticais não atendem às complexas demandas que envolvem a oralidade e a diversidade cultural.


E é neste ponto que a EduSim promete ser mais eficiente ao abordar elementos como oralidade e diversidade cultural.


O ISA (Intercâmbio em sala de aula) é um curso focado em dois principais produtos: um chat inteligente dentro do WhatsApp e uma rede de tutores falantes nativos da língua inglesa.


Por meio das atividades realizadas em sala, nossos alunos enviam e recebem áudios diretamente dos nossos tutores em seus países de origem. Assim, ao mesmo tempo em que ultrapassam barreiras como a vergonha e a pressão, se desenvolvem culturalmente.


Ao transmitir sua visão acerca do curso, o aluno Fabrício, da escola ETEC Carolina Carinhato Sampaio disse: “Toda aquela vergonha que eu tinha no começo, eu perdi. É uma maneira bem simples de aprender, que você consegue fazer em qualquer lugar; principalmente por ser no WhatsApp.



O chatbot é resultado de uma parceria exclusiva entre a EduSim e o WhatsApp. Além de ser acessível a qualquer pessoa que possua um smartphone, o aplicativo faz parte do dia-a-dia dos estudantes; assim, eles se sentem à vontade e se enxergam fora do contexto, muitas vezes maçante, da sala de aula tradicional.


Maria Eduarda, do curso Idomineu Antunes Caldeira, ressaltou seu ganho de confiança ao longo do curso: “Eu, por exemplo, vi que meu inglês não é tão ruim assim; mas como nunca tinha tido acesso a alguém para falar comigo, não tinha como saber”.


O que a paulistana percebeu foi o que a Inteligência Artificial, combinada com uma rede de tutores nativos é capaz de prover: uma experiência de intercâmbio intercultural - essencial para o desenvolvimento de habilidades relativas à oralidade e à diversidade de culturas -, dentro da sala de aula.


Ao trazer um tutor do exterior, através de um aplicativo dinâmico e acessível, conseguimos prover uma oportunidade distante para a maioria dos alunos - e sem a pressão que, muitas vezes, desmotiva aqueles que não possuem a prática da fala.


Os resultados são claros: ganhos de confiança e engajamento.


Neste ano, a EduSim já fechou parceria com os maiores grupos educacionais do Brasil. E temos a clara certeza que, junto a escolas inovadoras e engajadas na melhoria contínua dos alunos, podemos alterar o contexto desfavorável em que nos vemos e tornar o inglês uma ferramenta transformadora na vida de qualquer aluno.

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